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Roberto C M Santiago
Textos e reflexões
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13/05/2011 22h07
INPI concede registro da cachaça Anísio Santiago
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu no dia 3 de novembro de 2009 o registro da marca ANÍSIO SANTIAGO, no segmento de produção de aguardente de cana em favor da empresa Indústria e Comércio de Aguardentes Havana (Menago) Ltda., localizada em Salinas, norte de Minas. A concessão está registrada na RPI nº. 2026 e tem validade até o dia 3 de novembro de 2019, portanto, dez anos.

 
Levando em conta o aumento da competitividade em todos setores da economia, a marca é importante instrumento do negócio de qualquer empresa. Segundo o consultor de marketing, Roberto Monti, “O consumidor desenvolve preferências por marcas e criam expectativas em torno dela”. A marca é elo de ligação entre empresa e consumidor. O registro de marca cria identidade permanente de um produto no mercado.
 

 
A marca ANÍSIO SANTIAGO tem peso no mercado de produção de aguardente no Brasil. É sucessora da marca HAVANA, da mesma empresa, cujo impasse sobre o registro está sendo discutido judicialmente na esfera federal. A marca HAVANA é comercializada no mercado sob liminar.
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Publicado por Roberto Carlos Morais Santiago em 13/05/2011 às 22h07
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21/07/2010 07h31
Presidenciável Dilma Rousseff ganha cachaça Havana de presente

A presidenciável Dilma Rousseff (PT) esteve em campanha em Montes Claros, norte de Minas Gerais, no 20 de julho ao lado de Hélio Costa (PMDB), candidato ao governo de Minas Gerais. No tradicional Café Galo, região central da cidade onde é parada obrigatória para todo político em campanha, foi presenteada com uma garrafa de Cachaça Havana / Anísio Santiago - produzida em Salinas e um exemplar do livro O Mito da Cachaça Havana que conta a história da lendária marca.


Publicado por Roberto Carlos Morais Santiago em 21/07/2010 às 07h31
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06/06/2010 22h45
Salinas realiza IX Festival Mundial da Cachaça
Acontece nos dias 16 a 18 de julho de 2010 o IX Festival Mundial da Cachaça de Salinas. O evento é uma realização da Apacs (Associação de Produtores de Cachaça Artesanal de Salinas) em parceria com a Prefeitura Municipal. A expectativa é de público superior a 30 mil pessoas nos três dias do evento.

Salinas é a principal região produtora de cachaça artesanal do Minas Gerais e do país com mais de 50 marcas e produção anual superior a 5 milhões de litros. É responsável com cerca de um terço de todo o ICMS, de competência estadual, recolhido ao erário mineiro pelos produtores do município, indicando sua importância como pólo de produção.

Salinas produz marcas de cachaças de grande notoriedade no mercado brasileiro como as tradicionais Artista, Asa Branca, Beija-Flor, Canarinha, Cubana, Erva Doce, Indaiazinha, Lua Cheia, Majestade, Peladinha, Piragibana, Preciosa, Sabiá, Sabinosa Sabor de Minas, Salinas, Salineira, Salivana, dentre outras, e a tradicionalíssima Anísio Santiago/Havana, esta tida como marca ícone e reconhecida como patrimônio cultural do município. Recentemente foi eleita pelas conceituadas revistas Playboy (agosto 2009) e Veja (fevereiro 2010) como a melhor cachaça artesanal do Brasil.

Enfim, quem for a Salinas terá oportunidade de degustar dezenas de marcas de ótima qualidade e conversar com os produtores em clima de harmonia e alegria.

Mais informações no site da Apacs: www.festivalmundialdacachaca.com.br.

Publicado por Roberto Carlos Morais Santiago em 06/06/2010 às 22h45
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06/06/2010 18h06
Diamantina, contrastes de uma cidade histórica
Neste feriadão prolongado estive na histórica cidade mineira de Diamantina, localizada no Alto Jequitinhonha. Muito interessante a cidade pelo seu patrimônio histórico e cultural. Tudo muito conservado. No centro histórico tem-se a impressão de estar no século XVII ou XVIII pela quantidade incrível de casarões e igrejas bem conservadas. A população local é bem educada e hospitaleira. Diamantina possui muitos atrativos que vale uma visita: museu dos escravos, casa de Chica da Silva, casa de JK, dezenas de igrejas históricas, belos casarões, bares, boa rede hoteleira, livraria com excelente acervo de livros que contam a história da região, clima ameno e agradável. Enfim, a cidade é um convite para um passeio diferente para quem curte história e cultura.

Mas, nem tudo são flores em Diamantina. Fora do circuito histórico da cidade tem-se a impressão de uma cidade mal cuidada. Ruas esburacadas e sem passeios para pedestres é a regra. A principal rua que dá acesso ao centro histórico da cidade é simplesmente uma tragédia. Como pode uma cidade turística como Diamantina ter ruas tão ruins. Como não há calçadas, pedestres e veículos disputam espaço. As praças são feias e descuidadas.

Pelo seu valor histórico e respeito ao cidadão diamantinense e ao turista, a cidade merece ser mais bem cuidada. Não basta preservar a parte histórica da cidade que é digna de elogios. Deve-se preservar o todo propiciando melhor qualidade de vida ao povo local e ao turista. Diamantina merece!

Publicado por Roberto Carlos Morais Santiago em 06/06/2010 às 18h06
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30/05/2010 07h35
Lançamento do livro "Antônio e Geny: A Saga do Amor Eterno"
Marta Verônica Vasconcelos Leite, historiadora, professora universitária da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e sócia-efetiva do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros (IHGMC) lança no dia 12 de junho de 2010, às 20h00, no Colégio Padrão (Rua Monte Pascoal, 285, Ibituruna - Montes Claros) o livro "Antônio e Geny: A Saga do Amor Eterno". Um livro de memórias da Família Pereira de Vasconcelos na Fazenda do Melo onde é hoje o bairro Melo na região central de Montes Claros.

Publicado por Roberto Carlos Morais Santiago em 30/05/2010 às 07h35
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A saga de Anísio Santiago continua!